Um mundo onde caibam todos os mundos
MANIFESTO DO FORUM SOCIAL PAN-AMAZÔNICO
De 14 a 17 de Julho de 2009, em Belém do Pará, direta continuidade com o FSM, voltaram a encontrar-se os povos da panamazônia:
terra livre, de gente que sonha e constroi um novo modelo de desenvolvimento, um novo estilo de vida.
Lendo esse Manifesto, nossa luta se anima e nossos sonhos se juntam.
Repartir na crise: os missionários em busca de novos modelos de desenvolvimento - qual o papel da Vale?
No mês de maio uma enchente sem precedentes invadiu no Maranhão os vales dos rios Pindaré e Mearim, uma das regiões mais pobres do Brasil. Por semanas inteiras os moradores daquelas regiões ficaram desabrigados; as estradas cortaram-se inúmeras vezes no Maranhão todo, interrompendo o transporte de pessoas, mercadorias e alimentos; pontes caíram e algumas cidades ficaram isoladas.
Justiça Ambiental
“Cá entre nós, o Banco Mundial não deveria incentivar mais a migração de indústrias poluentes para os países menos desenvolvidos?”
Esse memorando de circulação restrita (relatório Summers, 1991) mostra com evidência a política ambiental do Banco Mundial, dos G8 e também dos grandes empreendimentos que deveriam promover “aceleração de crescimento” em nosso Brasil (os movimentos sociais definem o PAC como “Programa de Agressão às Comunidades”).
Desespero ou oportunidade?
A violência contra a natureza: desespero ou oportunidade?
Reflexão livremente inspirada ao texto “Toda a criação geme...”, RIBLA 21
O gemido de Jó e o gemido da criação
Para uma ecologia da mente e do coração - Ensaio 2
Em nosso primeiro artigo, introduzimos o paradigma ecológico como desafio para novas atitudes missionárias. Diferenciamos três esferas de reflexão: a dimensão cultural, aquela econômica e a vida dos pobres. Consideramos que não faz sentido uma proposta ecológica a não ser numa constante interação com essas três vertentes.
Missão e Ecologia - ensaio 1
Muitas vezes, sem mesmo querer, a igreja encontra-se 'forçada' a fazer teologia em virtude de seu encontro missionário com o mundo (Bosch).
Acontece o mesmo com nossas comunidades missionárias dispersas nas fronteiras do mundo (mas prontas a refletirem e se unirem em busca de objetivos comuns): os desafios e as contradições são tão grandes que desmancham velhos modelos de missão e nos obrigam a procurar novos paradigmas, se queremos de verdade procurar respostas para a fome de vida de hoje.

