01/02/2012
O professor Rodrigo Santos, da Universidade Federal de Juíz de Fora, realizou recentemente um estudo aprofundado comparando as experiências de Fundos Sociais da mineração em vários países do mundo. Objetivo do estudo, realizado com o apoio de Justiça nos Trilhos, Ibase, FASE, FUP e Greenpeace em nome do Observatório do Pré Sal e da Indústria Extrativa Mineral, é abrir um debate político sobre a reforma do Código de Mineração do Brasil.
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13/01/2012
Privatizada no governo tucano, a agora Vale passa por cima de comunidades com seus planos de expansão sustentados pelos estratosféricos lucros que aufere a cada ano. Em reportagem especial da jornalista Tatiana Merlino, a edição 177 da Revista Caros Amigos, que está nas bancas, traz um retrato dos problemas que a empresa causa para as populações que estão no entorno de suas atividades. Continue lendo, em anexo, a reportagem.
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25/11/2011
Baixe aqui a nova cartilha para defender-se das violações da Vale .
Seu João, o senhor se lembra quando construíram essa ferrovia aqui?
Claro, meu filho: lá pela década de setenta o governo brasileiro disse que ia emprestar à Vale o corredor para construir essa ferrovia. Emprestou, viu? Quer dizer que a ferrovia é do Estado, é nossa, e a Vale tem uma tal de “concessão” para utilizá-la. Ao longo da estrada de ferro tem vários obstáculos, que somos nós, nossas casas e hortas, pontes e travessias, às vezes, povoados inteiros. A Vale chama isso de “interferências”. Para a empresa somos somente uma interferência. Até parece que eles chegaram primeiro!
Como resistir? Como diminuir os impactos desta obra? O que fazer? ...
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24/09/2011
Tese de Doutorado apresentada por Rodrigo Salles Pereira dos Santos ao Programa de Pósgraduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (novembro de 2010).
Palavras-chave: desenvolvimento econômico, siderurgia, rede de produção global, metacampo sídero-logístico, fenômeno cultural complexo.
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06/07/2011
Cada vez mais a reflexão crítica a respeito do modelo de desenvolvimento proposto pela Vale entra na Universidade como assunto de pesquisa e debate. Justiça nos Trilhos oferece aos leitores, com muito orgulho, o trabalho de pesquisa de um de seus mais ativos integrantes, José Arnaldo dos Santos Ribeiro Júnior: "O Discurso de Responsabilidade Socioambiental empregado pela Vale no período pós-privatização (1997-2010) em São Luís - MA".
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23/06/2011
O Instituto Observatório Social lançou, no dia 22 de junho 2011, a publicação " O Aço da Devastação", denunciando as irregularidades ambientais e trabalhistas da cadeia produtiva do aço. A pesquisa revela dados vergonhosos na produção do Aço no Brasil. O trabalho de reportagem começou em Nova Ipixuna (PA), onde, no dia 24 de maio, foram assassinados José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, que denunciavam a devastação da floresta para produzir carvão e madeira. Baixe aqui a reportagem completa.
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26/05/2011
O Instituto Observatório Social volta a falar de cadeia produtiva do aço e mostra que, no Pará, as siderúrgicas geram sérios problemas na cadeia produtiva "da Amazônia ao aço". Elas agora se beneficiam de processos predatórios para garantir o suprimento de carvão vegetal, produzido com madeira retirada de áreas de preservação ambiental.
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20/05/2011
Justiça nos Trilhos apresenta um relatório sobre o conflito socioambiental em Itapecuru e Anajatuba/MA, decorrente do processo de duplicação da Estrada de Ferro Carajás. Está em risco a reprodução física, social, econômica e cultural dos territórios quilombolas Santa Rosa dos Pretos e Monge Belo.
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18/05/2011
Região de Parauapebas (PA) e de Bom Jesus das Selvas (MA): dois estados diferentes, mas os mesmos problemas, causados pelos canteiros de obras da Vale. Vila Sansão, por exemplo, era um povoado de 1.200 habitantes. De repente, chegaram 7000 trabalhadores homens. É fácil imaginar as consequências de violência e exploração sexual, também de crianças e adolescentes.
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01/05/2011
"O estado brasileiro e a política da Vale" é o título desse artigo de Ademar S. Mineiro, economista, que assessorou o II Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale (abril 2011). O texto enfrenta a história da empresa, seu peso estratégico na estrutura produtiva brasileira, o controle de capital da empresa e seu financiamento, a internacionalização da Vale e a política externa brasileira.
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30/03/2011
46 novas pontes, 5 viadutos ferroviários, 18 viadutos rodoviários e, no porto de Ponta da Madeira de São Luis, mais um píer para os navios de carga. Essa é a previsão de obras para a duplicação da Estrada de Ferro Carajás. Para isso, a Vale almeja a remoção, ao longo da via férrea, de 1.168 pontos de “interferências” intituladas pela própria, tais como: cercas, casas, quintais, plantações e povoados inteiros.
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