30-31-01/02 - Sessão de encontros e articulações JnT com parceiros
09/02 - Encontro de estudo sobre Economia Solidária em Buriticupu/MA
16/02 - Encontro do Núcleo Maranhense do Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde
25/02 - Seminário de Economia Solidária em Buriticupu/MA


Em decisão histórica, a Comissão de Relações Trabalhistas de Ontário (Canadá) deu razão ao sindicato United Steelworkers (USW) contra a mineradora Vale, em um caso que deriva de sua greve de um ano de duração. Durante a greve, a Vale proibiu que o Vice Presidente Patrick Veinot entrasse em suas dependências, assim negando aos membros do sindicato acesso a ele nas ditas dependências. Agora, numa dura repreensão à empresa, a Comissão Trabalhista decidiu que a conduta de Vale fere a lei e ordenou que a empresa cesse e desista da conduta em questão.
O Ministério Público Federal do Maranhão moveu uma Ação Civil Pública contra a mineradora Vale e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a fim de suspender a licença das obras para duplicação da Estrada de Ferros de Carajás, nas comunidades quilombolas de Monge Belo e Santa Rosa dos pretos, localizadas
Itabira/MG - No dia 4 de agosto a mineradora foi autuada em 500 mil (quinhentos mil) reais por ultrapassar os índices permitidos pela legislação ambiental, que mede a poluição de particulas suspensas no ar, por diversas estações de monitoramento instaladas pela cidade e fiscalizada pela Secretaria de Meio Ambiente e pelo Codema (Conselho de Defesa do Meio Ambiente).
Maior mineradora do mundo, com lucro de R$ 21,566 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, a poderosa Vale recorreu ao Tribunal de Justiça do Maranhão – e felizmente perdeu – para não cumprir uma norma do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Por ter pressionado empresas terceirizadas e contratadas a dispensar ou não admitir empregados que haviam ajuizado reclamação trabalhista contra ela, criando assim uma “lista suja”, a Vale S.A. foi condenada ao pagamento de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 800 mil, revertida ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Dois artigos de Brasil de Fato aprofundam: os avanços no projeto da ALPA, aciaria de Marabá/PA e os impactos na região; uma sentença judicial que condena a Vale a pagar indenização aos familiares de uma vítima de atropelamento pelo trem, em Açailândia/MA. Desde já a Vale foi condenada a pagar um salário mínimo à mãe da vítima, até quando, no final do processo, será estabelecida uma indenização mais consistente por todos os danos sofridos. Leia em anexo.
A Justiça Federal em Belém (PA) condenou ontem a mineradora Vale a pagar indenizações mensais para 788 famílias de descendentes de quilombolas atingidas por um mineroduto da empresa no Pará.
A Vale deverá pagar o valor de 35 mil reais por danos morais e um quarto do salário mínimo durante três anos, por danos materiais, correspondente ao período de 2005 a 2007, à família de lavrador morto em acidente ocorrido na ferrovia do município de Açailândia, em janeiro de 2005. Veja também a