Morte e dívidas: procuram-se respostas da Vale

 

Mais uma morte nas minas da Vale em Canadá

Um funcionário do sindicato dos trabalhadores de siderúrgicas pediu para debater com a mineradora Vale questões de saúde e segurança após a morte de um empregado ontem na mina Coleman da companhia em Levack, Ontário (Canadá). Leia o artigo do Estado de São Paulo.

 

Estudo compara Fundos Sociais da mineração em diferentes países do mundo

O professor Rodrigo Santos, da Universidade Federal de Juíz de Fora, realizou recentemente um estudo aprofundado comparando as experiências de Fundos Sociais da mineração em vários países do mundo. Objetivo do estudo, realizado com o apoio de Justiça nos Trilhos, Ibase, FASE, FUP e Greenpeace em nome do Observatório do Pré Sal e da Indústria Extrativa Mineral, é abrir um debate político sobre a reforma do Código de Mineração do Brasil.

R$ 9,8 bilhões de pendências tributárias da Vale

Em nota aos acionistas do dia 25 de janeiro, a Vale reconheceu que "foram proferidas, na esfera administrativa, decisões desfavoráveis em processos concernentes a imposto de renda sobre lucros no exterior, cujo montante é de R$ 9,8 bilhões, acrescidos de juros e multa".

 

Entidades e movimentos cobram Fundo Social em Novo Código de Mineração

ONGs e movimentos sociais brasileiros defendem que a nova legislação, que pode ser enviada pelo governo federal ao Congresso ainda neste semestre, traga compensações a comunidades locais. Ativistas estrangeiros presentes no Fórum Social Temático alertam que medida não reduz geração de impactos socioambientais causados pela atividade.

 

Mensagem a todos que votaram na Vale como pior do mundo

As entidades promotoras da candidatura da Vale como pior multinacional do mundo (Public Eye Award) enviam a todos os que votaram uma mensagem sobre o significado da 'vitória' dessa multinacional. Veja aqui o vídeo-mensagem.

 

Vale em conflito com quilombolas no Pará

A Vale está em conflito com o povo quilombola de Moju (PA); isto levou a Justiça Federal a condenar a empresa a pagar mensalmente valores fixados em um e três salários mínimos a 788 famílias quilombolas. Entre os impactos, estão a remoção de roças, o assoreamento dos igarapés e a derrubada de pelo menos 150 castanheiras produtivas.Assista à vídeo-entrevista, realizada por Amigos da Terra Brasil.

 

 

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