30-31-01/02 - Sessão de encontros e articulações JnT com parceiros
09/02 - Encontro de estudo sobre Economia Solidária em Buriticupu/MA
16/02 - Encontro do Núcleo Maranhense do Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde
25/02 - Seminário de Economia Solidária em Buriticupu/MA



A Vale está prejudicando a vida de milhares de pessoas em Moçambique. Foi o que pôde constatar uma equipe de militantes que esteve no país entre os dias 28 e 29 de agosto. Representantes da União Provincial de Camponeses de Tete, vinculada à União Nacional dos Camponeses de Moçambique (Unac), da Via Campesina em Moçambique, da FIAN – Organização Internacional pelos Direitos Humanos à Alimentação, da Alemanha, e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tomaram contato com os impacto na vida dos camponeses do projeto de exploração mineral da companhia no Distrito de Moatize, na Província de Tete, centro de Moçambique.
Sindicatos Africanos filiados à Federação Internacional de química, energia, minas e à União Geral de Trabalhadores, reunidos, há dias, em Lagos, Nigéria, aprovaram por unanimidade uma resolução criticando a companhia brasileira Vale do Rio Doce pelas suas práticas “anti-sindicais”.
Está sendo realizado, pelo Ministério de Minas e Energias, o estudo de um novo Marco Regulatório para Mineração. No artigo a seguir, uma leitura crítica: "Já basta termos entregue a Vale do Rio Doce por migalhas e vendo ela arrancar nosso ferro, em ritmo frenético, para simplesmente exportá-lo em bruto, sem investir na siderurgia. A responsabilidade do Legislativo é enorme. Se não agirmos já, estaremos diante do fantasma dos “direitos adquiridos” que, ou eterniza o saque colonial de nossos minérios, ou nos coloca no impasse de que só uma ruptura política permita ao país reaver o controle do que, pela Constituição, pertence a todo o povo brasileiro".
Mais um vazamento na mina de nichel de Goro (Nova Caledônia, Canadá) preocupa os ambientalistas da região.
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