11/09 - Organização Romaria da Terra e das Águas em Açailândia/Piquiá
11/09 - Lançamento filme "Não Vale" no Alto da Esperança - São Luís
11/09 - I Encontro Atingidos por Mineração em Canaã de Carajás
14/09 - Audiência Pública para reassentamento Piquiá de Baixo (Açailândia)
14/09 - Lançamento filme "Não Vale" em Belém - encontro Sociedade Brasileira Sociologia Norte (mostra de filmes "Olhares da Amazônia")
17/09 - Peça "Que trem é esse?" em Noite Filosófica Açailândia
24/09 - Coordenação atingidos sul e sudeste Pará em Marabá + peça teatral
25/09 - Coordenação atingidos sul e sudeste Pará em Parauapebas
27/09 - Lançamento do filme "Não Vale" na UFMA de São Luis.

Justiça nos Trilhos recebe e divulga a todos/as os leitores essa carta-desabafo de uma moradora e lutadora de Minas Gerais. O relato é sobre o violento conflito do povo de Conceição do Mato Dentro (Serra do Espinhaço, próxima a Belo Horizonte) e a Vale. Pode aprofundar a situação também através 
Chegam no mesmo dia em nossas caixas postais palavras com tons fortemente diferentes: de um lado as declarações triunfantes de Vale, que ressalta um 'sólido desempenho operacional e financeiro'; por outro lado o lamento do sindicato canadense USW (3.500 pessoas estão de greve há 7 meses, atualmente manifestando ao aberto com temperaturas insustentáveis (-24)!). Justiça nos Trilhos, sem comentários, apresenta a seus leitores as duas vozes: julguem vocês se isso significa desenvolvimento e sucesso de uma empresa...
Nós, organizações constituintes do coletivo “Baía de Sepetiba pede Socorro”, reunidas no dia 6 de fevereiro de 2010 em Campo Grande, Rio de Janeiro, declaramos nosso repúdio à postura agressiva da companhia Vale frente aos trabalhadores e trabalhadoras canadenses.
A disputa sobre a demarcação de uma possível área indígena no Ceará colocou em confronto Petrobras, Vale e governo do Ceará com o Ministério Público Federal, resultou na paralisação da obra de uma siderúrgica no Estado e pôs em risco a instalação de uma refinaria do PAC.
A Vale está totalmente desrespeitando os trabalhadores, o sindicato USW e a comunidade de Sudbury. É suficiente comparar o acordo finalizado entre o sindicato e a Xstrata em Sudbury: durante 75 anos, a Inco (atual Vale) e a Xstrata trataram de forma igual os mineiros sindicalizados. Os custos na Xstrata são iguais ou até maiores do que na Vale-Inco; portanto, a Vale realmente não precisa das concessões que exige. 