Operário da Vale morre após ser atingido por barra de ferro

Um acidente ocorrido na tarde de domingo 1 de agosto 2010 matou um trabalhador da Vale.

O operário Gilson Quaresma de Souza, contratado há três meses pela companhia, foi atingido por uma barra de ferro enquanto realizava uma manutenção no pátio da Usina III, em Tubarão (ES). A barra de ferro se soltou da recuperadora, atingindo o funcionário.

Não somos canadenses de segunda classe

Este mês, as províncias de Newfoundland e Labrador — e centenas de nossas famílias trabalhadoras — receberam uma dúbia distinção canadense, resultado da agenda anti-sindical agressiva e sem precedentes de uma empresa estrangeira.
A greve no setor de mineração em Voisey’s Bay, provocada verão passado pela gigante Vale, sediada no Brasil, entrou em seu segundo ano no domingo, dia 1º de agosto.
A greve se torna assim o conflito trabalhista de maior duração em toda a história de um século de operações canadenses da mineradora Inco, adquirida pela Vale em 2006.

Lucro de poucos e pesadelo de muitos

Carta aberta da Paróquia São João Batista sobre a crise siderúrgica em Açailândia
Mais uma vez o pesadelo das demissões em massa invade a cidade de Açailândia.
Em 2008, sob o pretexto da crise econômica global, as empresas siderúrgicas locais despediram centenas de trabalhadores.
Naquela época, o Sindicato dos Metalúrgicos denunciou que, apesar disso, os que detinham altos cargos de administração continuavam recebendo salários pelo menos dez vezes maiores que os dos poucos trabalhadores ainda em serviço.

Vendas da Vale devem crescer mais de 80% no trimestre

O aumento de preços do minério de ferro deverá ser o maior indutor dos resultados da Vale no segundo trimestre. Os analistas esperam que o novo sistema de precificação dos produtos, adotado recentemente, já tenha permitido à companhia captar a alta do minério nos últimos meses. Segundo os relatórios de prévia de resultados já divulgados, a receita líquida da empresa deve crescer, pelo menos, 80%.

 

Os interesses da Vale no sudeste paraense

Elevada taxa de violência contra camponeses, desmatamento, trabalho escravo e infantil, prostituição, concentração de terra e renda estão entre os elementos que resultaram do processo internalização do capital no sul e sudeste do Pará.
Tais passivos quase sempre são ocultos da pauta dos grandes meios de comunicação e nos discursos políticos.
Leia a análise aprofundada do contexto do sudeste paraense.
Por Rogério Almeida, do blog Furo.

Vazamento de minério de ferro em MG por Samarco-Vale/BHP

A mancha de minério de ferro no Rio São João, responsável por 70% do abastecimento de água de Espera Feliz, na Zona da Mata (MG), chega a 10 quilômetros. Equipe técnica do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) sobrevoou a área e calcula que cerca de 800 mil litros foram derramados no curso d’água, apesar de o vazamento do material, provocado pelo rompimento de um mineroduto, ter sido solucionado pouco tempo depois do acidente, na madrugada de domingo. 

Criação de parque pode inviabilizar projeto da Vale

O projeto Apolo da Vale S/A, complexo minerador orçado em R$ 4 bilhões e produção estimada em 24 milhões de toneladas/ano nos municípios de Caeté e S. Barbara (MG) pode ser inviabilizado, devido à criação de uma unidade de conservação na região conhecida como Serra da Gandarela. O Parque Nacional da serra da Gandarela já está em estudo pelo Instituto Chico Mendes (ICMbio), ligado ao Ministério de Meio Ambiente. 

População do ES resiste à Vale com Plebiscito

O Fórum em Defesa de Anchieta, criado recentemente para defender os interesses da população local e o meio ambiente, vem dando força para a comunidade da Chapada do A resistir à pressão da Vale.

A empresa insiste em construir no local a Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU). “O povo está disposto a resistir e após o plebiscito afirmou que nada será como antes.
A Vale não passará por cima de nós”, desafiou Sebastião Ângelo de Moura, do Fórum em Defesa de Anchieta.

Vale quer ainda crescer em MG e ES


A Samarco Mineração, do grupo Vale, investirá R$ 5 bilhões até 2013 para expandir suas unidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.
O valor projetado poderá sofrer alterações, mas as obras devem começar no primeiro trimestre de 2011. "O cronograma exato vai depender da aprovação dos acionistas tanto da Vale", explicou o superintendente do projeto, batizado de Quarta Pelotização da Samarco, Maury de Souza Junior.

Carajás começa de novo, mas o Pará não percebe

A Vale começou a realizar no ano passado o maior investimento da sua história e também o maior da indústria de minério de ferro no mundo. Aplicará até 2015 11,3 bilhões de dólares (mais de 20 bilhões de reais) para dobrar a produção de Carajás, no Pará, que chegará a 230 milhões de toneladas anuais, metade do que a Vale pretende extrair em todo país naquele ano. O novo projeto, mais grandioso do que o inicial, que entrou em operação em 1984, irá incorporar a maior de todas as jazidas da província mineral de Carajás, a de Serra Sul.
Por: Lúcio Flávio Pinto

Divulgar conteúdo